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Efésios 1:17

Homens Bomba

O Apóstolo da China

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Para aqueles que O amam

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A mente é o campo de batalha

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A santidade é obra da graça

Vivendo na Eternidade

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Entendendo o Perdão

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A Visão Espiritual

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Minha noiva...

A guerra espiritual entre dois reino

Jesus Cristo é o Caminho

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Adoração cerimonial e ritualística x adoração em espírito e em verdade

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Fé e os Nomes de Deus

O Céu (Uma Mensagem de Esperança Para Estes Tempos Difíceis)

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Uma mulher de fé

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A Responsabilidade do Cristão

Vida sem Fogo

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Adore ao Cordeiro Ressureto

Adoração é sacrifício

Guardados no Caminho

A Seriedade da Falta de Fé

O perfume de Cristo

A humildade precede a santidade

A mente é o campo de batalha

Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne [não estamos combatendo apenas contra oponentes físicos], e sim contra [os despotismos] os principados e potestades, contra os [espíritos mestres que são] dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes [sobrenaturais].
Efésios 6.12

Nessa passagem, vemos que esta¬mos em uma guerra. Um es¬tudo cuidadoso desse verso nos informa que nossa guerra não é contra outros se¬res humanos, mas contra o mal e seus de¬mônios. Nosso inimigo, Satanás, tenta nos derrotar com estratégia e engano, mediante planos bem elaborados e en¬gano deliberado.
O diabo é um mentiroso. Jesus cha¬mou-o de... o pai das mentiras e de tudo o que é falso (João 8.44). Ele mente para você e para mim. Ele nos diz coisas sobre nós mesmos, sobre outras pessoas e sobre as circunstâncias que simplesmente não são verdadeiras. Ele não nos diz, entretanto, a mentira toda de uma vez.
Ele começa bombardeando nossa mente com um padrão astuciosamente delineado de pequenos pensamentos importunos, sus-peitas, dúvidas, medos, perguntas, questionamentos e teorias. Ele se move vagarosa e cautelosamente (afinal de contas, planos bem ela¬borados tomam tempo). Lembre-se: ele tem uma estratégia para a sua guerra. Ele tem nos estudado há um longo tempo.
Ele sabe do que gostamos e do que não gostamos. Conhece nossas inseguranças, nossas fraquezas e nossos medos. Sabe o que mais nos aborrece. Ele está pronto para investir o tempo que for necessário para nos derrotar. Um dos pontos fortes do diabo é a paciência.

DEMOLINDO FORTALEZAS
Porque as armas da nossa milícia não são carnais [armas de car¬ne e sangue], e sim poderosas em Deus, para destruir [e derrotar] fortalezas, anulando sofismas,
[Visto que refutamos argumentos e teorias e questionamentos] e toda altivez [e superioridade] que se levante contra o [verdadei¬ro] conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento [e propósito] à obediência de Cristo (o Messias, o Ungido).
2 Coríntios 10.4-5

Satanás tenta estabelecer "fortalezas" em nossa mente, me¬diante uma estratégia cuidadosa e engano astuto. Uma fortaleza é uma área na qual somos mantidos escravizados (em prisão) em de¬corrência de certa forma de pensar.
Nessa passagem, o apóstolo Paulo nos diz que temos as armas de que precisamos para dominar as fortalezas de Satanás. Aprende¬remos mais sobre essas armas mais tarde, mas, agora, note que estamos mais uma vez engajados em uma guerra: a guerra espiritual. O verso 5 nos mostra claramente o local da batalha na qual essa guerra é travada.
A tradução desse versículo na Amplified Bible (Bíblia Amplificada) diz que devemos tomar essas armas e refutar os argumentos. O diabo argumenta conosco, oferece-nos teorias e questionamentos. Toda essa atividade se passa na mente.
A mente é o campo de batalha.

RESUMO DA SITUAÇÃO
Portanto, até aqui vimos que:

estamos engajados em uma guerra;
nosso inimigo é Satanás;
a mente é o campo de batalha;
o diabo trabalha diligentemente para estabelecer fortalezas em nossa mente;
ele faz isso mediante estratégia e engano (planos bem elaborados e engano astuto);
ele não está com pressa; desenvolve seu plano com o tempo;

Vamos examinar seu plano mais claramente por meio de uma parábola.

O LADO DE MARIA
Maria e seu marido, João, não estão desfrutando um casamento feliz. Há discórdia entre eles todo o tempo. Ambos estão irrita¬dos, amargos e ressentidos. Eles têm dois filhos que estão sendo afetados pelos problemas em casa. A discórdia está transparecendo nos trabalhos escolares e no comportamento deles. Uma das crian¬ças está tendo problemas de estômago, causados pelos nervos.
O problema de Maria é que ela não sabe como deixar João ser o cabeça da família. Ela é mandona - quer tomar todas as decisões, administrar as finanças e a disciplina das crianças. Ela quer trabalhar, pois, assim, terá seu "próprio" dinheiro. Ela é independente, barulhenta, exigente e resmungona.
A esta altura você deve estar pensando: "Eu tenho a resposta para ela. Ela precisa conhecer Jesus".
Ela o conhece! Maria recebeu Jesus como seu Salvador há cin¬co anos — três anos depois que ela e João haviam se casado.
"Você quer dizer que não houve uma mudança em Maria des¬de que ela recebeu Jesus como Salvador?"
Sim, houve mudança. Ela acredita que vai para o céu, mes¬mo que seu mau comportamento a faça sentir-se em constante condenação. Agora ela tem esperança. Antes de encontrar Jesus, era infeliz e desesperançada; agora é só infeliz.
Maria sabe que sua atitude está errada. Ela quer mudar. Ela tem sido aconselhada por duas pessoas e pede, em quase cada frase das suas orações, vitória sobre a ira, a rebeldia, a falta de perdão, o ressentimento e a amargura. Por que não tem visto mais progresso?
A resposta encontra-se em Romanos 12.2:

E não vos conformeis com este século [este mundo, modelado e adaptado aos seus costumes superficiais], mas transformai-vos pela [completa] renovação da vossa mente [por seus novos ideais e novas atitudes], para que experimenteis [por vós mesmos] qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus [aquilo que é bom e aceitável e perfeito à vista dele para vós],

Maria tem fortalezas em sua mente. Elas têm estado lá por anos. Ela nem mesmo entende como elas foram parar lá. Ela sabe que não deveria ser rebelde, mandona, resmungona, etc, mas não sabe o que fazer para mudar sua natureza. Parece que simplesmente reage diante de certas situações de forma inconveniente, porque não consegue controlar suas ações.
Maria não pode controlar suas ações porque não controla seus pensamentos. Ela não controla seus pensamentos porque eles são fortalezas que o diabo colocou bem cedo em sua mente.
Satanás começa a desenvolver seus bem elaborados planos e a semear seu engano deliberado em uma idade bem tenra. No caso de Maria, seus problemas começaram há muito tempo, na infância.
Na infância, Maria tinha um pai extremamente dominador, que freqüentemente a espancava apenas porque estava de mau humor. Se ela fizesse um movimento errado, ele descarregava sua ira nela. Por anos, ela sofreu sem nenhum auxílio, enquanto seu pai a maltratava, bem como sua mãe. Ele era desrespeitoso de todas as maneiras para com sua esposa e sua filha. O irmão de Maria, entretanto, era perfeito. Parecia que era favorecido apenas porque era um menino.
Aos dezesseis anos, Maria tinha, por muitos anos, sofrido lavagem cerebral de Satanás, que lhe tinha contado mentiras mais ou menos assim: "Os homens realmente pensam que são alguma coisa. Eles são todos iguais; você não pode confiar neles. Eles a machucarão e tirarão vantagem de você. Se você é um homem, está com a vida feita. Pode fazer qualquer coisa que quiser. Pode dar ordens às pessoas à sua volta, ser mandão, tratar as pessoas da maneira que lhe agrada, e ninguém (especialmente esposas e filhas) pode fazer qualquer coisa a respeito."
Conseqüentemente, a mente de Maria estava resolvida: "Quando eu for embora daqui, ninguém jamais me dará ordens outra vez"!
Satanás já estava promovendo a guerra no campo de batalha de sua mente. Repita esses pensamentos vezes e vezes em sua cabeça, umas cem mil vezes ou mais em um período de dez anos e veja se está pronta para se casar e se transformar em uma esposa doce, sub¬missa, adorável... Mesmo que o queira, por algum milagre, você não saberá como. Esse é o tipo de confusão na qual Maria se encontra hoje. O que ela pode fazer? O que pode qualquer um de nós fazer em tal situação?

AS ARMAS DA PALAVRA
... Se vós permanecerdes na minha palavra [se vos agarrardes com força aos meus ensinamentos e viverdes de acordo com eles], sois verdadeiramente meus discípulos.
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
João 8.31,32

Aqui Jesus nos diz como devemos ganhar a vitória sobre as mentiras de Satanás. Nós devemos ter o conhecimento da verda¬de de Deus em nós, renovar nossa mente com sua Palavra e, en¬tão, usar as armas de 2 Coríntios 10.4-5 para destruir fortalezas e toda altivez e superioridade que se levantam contra o conheci¬mento de Deus.
Essas "armas" consistem na Palavra recebida por meio da pregação, ensino, livros, gravações, seminários e estudo individual da Bíblia. Mas nós devemos "habitar" (continuar) na Palavra até que ela se torne revelação dada pela inspiração do Espírito San¬to. É importante continuar. Em Marcos 4.24 Jesus diz: Com a me¬dida [de reflexão e estudo] com que tiverdes medido [a verdade que ouvis] vos medirão [será a medida de virtude e conhecimento com que vos medirão] também, e ainda se vos acrescentará... Repito, devemos continuar usan¬do a arma da Palavra.
As duas outras armas à nossa disposição são o louvor e a oração. O louvor derrota o mal mais rapidamente do que qualquer outro plano de batalha, mas deve ser louvor genuíno do coração, não apenas louvor dos lábios ou um método tentado para ver se funciona. Também, ambos, louvor e oração, envolvem a Palavra. Louvamos a Deus de acordo com sua Palavra e Sua bondade.
A oração é o relacionamento com Deus. É vir e pedir ajuda a Deus ou falar com Ele sobre alguma coisa que nos preocupa.
Se você quer ter uma vida efetiva de oração, desenvolva um bom relacionamento pessoal com o Pai. Saiba que Jesus o ama, que Ele é cheio de misericórdia, que Ele o ajudará. Conheça Je¬sus. Ele é seu amigo. Ele morreu por você. Conheça o Espírito Santo. Ele está com você todo o tempo como seu Ajudador. Deixe-o ajudá-lo.
Aprenda a encher suas orações com a Palavra de Deus. A Palavra de Deus e as nossas necessidades são a base pela qual vamos a Deus.
Então, nossas armas são a Palavra usada de várias formas. Como Paulo nos diz em 2 Coríntios, nossas armas não são armas carnais; elas são espirituais. Precisamos de armas espirituais por¬que estamos combatendo espíritos mestres, sim, o próprio diabo. Mesmo Jesus usou a arma da Palavra no deserto para derrotar o mal (Lucas 4.1-13). Cada vez que o diabo mentia a Jesus, ele res¬pondia: "Está escrito" - e citava a Palavra.
A medida que Maria aprender a usar suas armas, ela come¬çará a destruir as fortalezas que foram construídas em sua mente. Ela conhecerá a verdade, que a libertará. Ela verá que nem todos os homens são como seu pai terreno. Seu marido, João, não é. Ele a ama muito.

O LADO DE JOÃO
O outro lado da história envolve João. Ele também tem pro¬blemas que contribuem para a situação com que ele e Maria depa¬ram no casamento dele, no lar e na família.
João deveria estar tomando seu lugar como chefe da família. Deus quer que ele seja o pastor de seu lar. João também é nascido de novo e conhece a ordem correta para a vida familiar. Ele sabe que não deveria permitir que a esposa administrasse a casa, as fi¬nanças, a vida das crianças e a dele. Ele sabe tudo isso, mas não faz nada a respeito, a não ser sentir-se derrotado e voltar-se para a TV e para os esportes.
João está se escondendo da responsabilidade porque ele odeia o confronto. Ele prefere tomar uma atitude passiva pensando: "Bem, quem sabe se eu deixar a situação como está ela se conserta por si mesma"? Ou ele se desculpa por fazer alguma coisa ao dizer: "Vou orar sobre isso". Claro que a oração é uma coisa boa, mas não se for apenas uma maneira de fugir da responsabilidade.
Vou esclarecer o que quero dizer quando digo que João deve¬ria assumir a posição que lhe foi dada por Deus em seu lar. Não quero dizer que ele deveria vir como "Sr. Macho", discursando e gritando sobre sua autoridade. Efésios 5.25 ensina que um homem deveria amar sua esposa como Cristo amou a Igreja. João precisa assumir sua responsabilidade, pois com a responsabilidade vem a autoridade. Ele deveria ser firme com sua esposa - amoroso, mas firme. Ele deveria assegurar a Maria que, embora ela tenha sido feri¬da quando criança, à medida que se entregar a Deus tendo fé nele, ela irá acreditar que nem todos os homens são como seu pai era.
João deveria estar fazendo muitas coisas; mas, como Maria, ele também tem opiniões já formadas que abrem a porta para que o diabo as mantenha. Há também uma batalha se travando na mente de João. Como Maria, ele também sofreu abuso na infância. Sua mãe dominadora sempre dizia: "João, você é um desastre; você nunca será nada".
João tentou muito agradar à sua mãe, porque ele ansiava por sua aprovação (como todas as crianças); mas, quanto mais tentava, mais erros ele cometia. Ele era desastrado, então sua mãe lhe dizia todo o tempo quão desajeitado ele era. Claro, ele derrubava coisas porque estava tentando de tal forma agradar que isso o deixava nervoso e, assim, ele frustrava seu propósito.
Ele também experimentou algum tipo de rejeição por parte das crianças de quem desejava ser amigo. Esse tipo de coisa acontece conosco em alguma altura da nossa vida, mas isso arrasava João por¬que ele já se sentia rejeitado por sua mãe.
E ainda havia uma garota de quem ele realmente gostara, no início do seu curso colegial, que o trocou por outro garoto. No mo¬mento em que todas essas coisas estavam registradas na vida de João e o diabo havia trabalhado nele construindo fortalezas em sua mente por anos e anos, João simplesmente não teve coragem para ser outra coisa senão alguém quieto, tímido e introvertido.
João é uma pessoa apagada, que simplesmente prefere não atrair atenções. Por anos ele tem pensamentos em relação a si próprio, mais ou menos assim: "Não faz sentido dizer a ninguém o que você pensa; ninguém ouvirá mesmo. Se você quer que as pessoas o acei¬tem, precisa apenas concordar com o que quer que elas queiram".
As poucas vezes em que ele tentou dar sua opinião sobre um assunto pareceu-lhe que sempre acabava perdendo, então, finalmen¬te, decidiu que o confronto não valia a pena.
"Eu vou perder de qualquer forma no final", ele raciocinava, "então por que começar qualquer coisa"?

QUAL É A RESPOSTA?
O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que [O Ungido, O Messias] me ungiu para evangelizar [pregar as boas novas a] os pobres; en¬viou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos [os tiranizados, ma¬chucados, esmagados e quebrados pela calamidade].
E apregoar o ano [aceito e] aceitável do Senhor [o dia quando a salvação e os favores graciosos de Deus abundam profusamente].
Lucas 4.18-19

Com os problemas conflitantes de João e Maria, não é muito difícil imaginar como é o lar deles. Lembre-se, eu disse que havia muita discórdia nele. Discórdia nem sempre é guerra. Muitas vezes a discórdia é uma propensão oculta de ira no lar que todos sabem que está lá, mas ninguém trata dela. A atmosfera no lar é terrível, e o diabo ama isso!
O que acontecerá a João e a Maria, bem como a seus filhos? Eles conseguirão? Eles são cristãos — seria uma vergonha ver o casamento fracassado e a família arruinada. Entretanto, isso é da conta deles. João 8.31-32 será a passagem bíblica-chave na decisão deles. Se eles continuarem a estudar a Palavra de Deus, conhecerão a verdade e, agindo na verdade, ela os tornará livres. Mas eles de¬vem encarar a verdade sobre eles mesmos e sobre o passado deles, à medida que Deus a revela a eles.
A verdade é sempre revelada por meio da Palavra; mas, triste¬mente, as pessoas nem sempre a aceitam. É um penoso processo encarar nossas falhas e lidar com elas. De forma geral, as pessoas justificam o mau comportamento. Elas permitem que seu passado e o modo como elas foram criadas lhes afetem negativamente o resto da vida.
Nosso passado pode explicar por que nós estamos sofrendo, mas não devemos usá-lo como desculpa para permanecermos es¬cravos dele.
Ninguém tem desculpa, porque Jesus está sempre pronto a cumprir sua promessa de libertar os cativos. Ele nos conduzirá à linha de chegada da vitória em qualquer área se estivermos prontos para caminhar toda a estrada com ele.

A SAÍDA
Não vos sobreveio [não tomou conta de vós] tentação [nenhuma provação que incite o pecado, seja como for que tenha vindo ou para onde leve] que não fosse humana [isto é, nenhuma tentação ou provação veio a vós que estivesse além da resistência humana e que não fosse ajustada e adaptada e que não pertencesse à expe¬riência humana, de tal forma que um homem pudesse suportar]; mas Deus é fiel [à sua Palavra e à sua natureza misericordiosa] e não permitirá que sejais tentados [e provados] além das vossas forças [habilidade e força de resistência e poder para resistir]; pelo contrário, juntamente com a tentação, [sempre] vos provera li¬vramento [uma forma de escapar para um lugar de pouso], de sorte que [sejais capazes e fortes e poderosos para que] apossais suportar.
1 Coríntios 10.13

Espero que você veja nesse exemplo de parábola como Satanás toma nossas circunstancias e constrói fortalezas em nossa vida— como ele trava a guerra no campo de batalha da mente. Mas, graças a Deus, nós temos armas para destruir as fortalezas. Deus não nos abandona e nem nos deixa desamparados. A primeira carta aos Coríntios 10.13 nos promete que Deus não permitirá que sejamos tentados além do que nós podemos suportar, mas com cada tenta¬ção ele também providenciará a saída, o escape.
Qualquer um de nós pode ser Maria ou João. Estou certa de que a maioria de nós, de alguma forma, se identifica com o cenário. Seus problemas são internos — em seus pensamentos e em suas atitu¬des. Seu comportamento externo é apenas um resultado de sua vida interior. Satanás sabe bem que, se ele puder controlar nossos pensa¬mentos, ele poderá controlar nossas ações.
Você pode ter algumas importantes fortalezas em sua vida que precisam ser quebradas. Deixe-me encorajá-lo dizendo: "Deus está do seu lado". Há uma guerra se desenrolando, e sua mente é o campo de batalha. Mas a boa notícia é que Deus está lutando do seu lado.

Extraído do Livro
Campo de Batalha da Mente
Joyce Meyer
Editora Joyce Meyer